9.5.14

é quando nos tiram alguém que tanto amamos e nunca pensamos perder tão cedo que nos apercebemos do quanto vale esta vida: nada, simplesmente nada. passamos o tempo todo a preocupar-nos com o que irá acontecer e de repente tudo se desvanece, no ar como pó. tudo acaba por se transformar em cinzas, tudo simplesmente acaba.
os olhos enchem-se lágrimas cada vez que penso que partiste para sempre, cada vez que penso que é inútil manter a esperança que irás voltar. e no fim é isso que mais me mata e corrói por dentro, essa certeza de que é eterna a tua partida, que é irreversível o teu adeus. esta incerteza de não saber onde estás, para onde foste, se algum dia nos vamos voltar a ver. e eu olho para as estrelas, alex, eu olho para as estrelas e tento encontrar-te e falar contigo e dizer tudo o que não pude. e tento acreditar que me ouves, tento acreditar que te consigo fazer ouvir aquilo que não te disse enquanto cá estiveste. e se me estás ouvir quero te dizer que estou com tantas saudades tuas e que nunca te vou esquecer. por mais que o tempo passe a tua, ainda que breve, passagem marcou-me de tal forma que nada jamais a irá apagar. és uma marca para vida.
amo-te 



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